Lote 176
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Tipo:
Livros - Raros

COUTINHO, Joze Joaquim da Cunha de Azeredo. - ENSAIO ECONOMICO SOBRE O COMERCIO DE PORTUGAL E SUAS COLONIAS oferecido ao Serenisimo Princepe do Brazil Noso Senhor e publicado de ordem da Academia Real das Siencias pelo seu socio. Lisboa: Na Officina da mesma Academia, 1794 - Com licênsa da Reál Meza da Comisão Gerál sobre o Exâme, e Censúra dos Livros - 21 x 15 cm. - falsa folha de rosto + II ff. s/n com dedicatória e extrato da Ata da Academia + III ff. com índice + 153 pp. + II ff. s/n com catálogo das publicações da Academia - Encadernação do princípio de século XIX em pleno chagrin vermelho com frisos dourados na capa e contra capa, barras totalmente douradas (antigas) e douração na lombada. - Innocencio, IV, p. 385, nº 3661 9; Rodrigues, p. 196, nº 785 (a ed. de 1816); B. de Moraes, I, p. 192, e ed.83, p. 228; B. de Moraes (PC), p. 103; Sabin, 17949; JCB, p. 341 - PRIMEIRA EDIÇÃO da obra e vem com a "Memoria sobre o Preso do Asucar. (Foi publicáda por órdem da Academia R. das Siências em 1791; agóra sáe nóvamênte corregîda, e acrecentáda) Pelo mesmo Autôr", que se encontra nas páginas 136/153. É de se notar, de forma absolutamente inédita, a impressão - acredito seja uma das primeiras - do século XVIII com as palavras acentuadas e com uma grafia completamente diversa da então utilizada, o que, aliás, é ressaltado por Borba de Moraes no início de seu comentário. O uso dos acentos, inclusive circunflexo, é de causar espécie o mesmo acontecendo com a não utilização das consoantes dobradas, tão comuns na época. É LIVRO DE TODA RARIDADE NESTA PRIMEIRA EDIÇÃO, pois Rodrigues e o Catalogo só acusam a existência de exemplares da segunda edição de 1816. O autor nasceu no Rio de Janeiro em 1742 e estudou na Universidade de Coimbra e depois de outras ilustres nomeações foi designado Bispo de Pernambuco, e foi o último Inquisidor Geral em Portugal e morreu em 1821. Membro da Academia Real das Sciencias de Lisboa e Governador de Pernambuco e, sem dúvidas, um dos brasileiros mais ilustres de seu tempo, apesar de defender a escravidão e dar-se liberdade aos índios do Brasil. O livro é de grande importância porque dá uma noção das atividades comerciais de Portugal na época, principalmente na parte referente ao Brasil, que é chamado de "o máis abundânte da América" e, quanto a Portugal e pela situação geográfica de suas colonias espalhadas pelos quatro partes do mundo, previa o autor que "póde ser uma das potencias maritimas mais respeitaveis do mundo". O Príncipe do Brasil a quem a obra é dedicada é o futuro D. João VI, uma vez que o irmão mais velho, D. José, o Principe do Brasil como filho mais velho de D. Maria I, morreu em 1777. Tem uma assinatura na folha de rosto. Exemplar limpo e com encadernação da época. RARÍSSIMO.

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COUTINHO, Joze Joaquim da Cunha de Azeredo. - ENSAIO ECONOMICO SOBRE O COMERCIO DE PORTUGAL E SUAS COLONIAS oferecido ao Serenisimo Princepe do Brazil Noso Senhor e publicado de ordem da Academia Real das Siencias pelo seu socio. Lisboa: Na Officina da mesma Academia, 1794 - Com licênsa da Reál Meza da Comisão Gerál sobre o Exâme, e Censúra dos Livros - 21 x 15 cm. - falsa folha de rosto + II ff. s/n com dedicatória e extrato da Ata da Academia + III ff. com índice + 153 pp. + II ff. s/n com catálogo das publicações da Academia - Encadernação do princípio de século XIX em pleno chagrin vermelho com frisos dourados na capa e contra capa, barras totalmente douradas (antigas) e douração na lombada. - Innocencio, IV, p. 385, nº 3661 9; Rodrigues, p. 196, nº 785 (a ed. de 1816); B. de Moraes, I, p. 192, e ed.83, p. 228; B. de Moraes (PC), p. 103; Sabin, 17949; JCB, p. 341 - PRIMEIRA EDIÇÃO da obra e vem com a "Memoria sobre o Preso do Asucar. (Foi publicáda por órdem da Academia R. das Siências em 1791; agóra sáe nóvamênte corregîda, e acrecentáda) Pelo mesmo Autôr", que se encontra nas páginas 136/153. É de se notar, de forma absolutamente inédita, a impressão - acredito seja uma das primeiras - do século XVIII com as palavras acentuadas e com uma grafia completamente diversa da então utilizada, o que, aliás, é ressaltado por Borba de Moraes no início de seu comentário. O uso dos acentos, inclusive circunflexo, é de causar espécie o mesmo acontecendo com a não utilização das consoantes dobradas, tão comuns na época. É LIVRO DE TODA RARIDADE NESTA PRIMEIRA EDIÇÃO, pois Rodrigues e o Catalogo só acusam a existência de exemplares da segunda edição de 1816. O autor nasceu no Rio de Janeiro em 1742 e estudou na Universidade de Coimbra e depois de outras ilustres nomeações foi designado Bispo de Pernambuco, e foi o último Inquisidor Geral em Portugal e morreu em 1821. Membro da Academia Real das Sciencias de Lisboa e Governador de Pernambuco e, sem dúvidas, um dos brasileiros mais ilustres de seu tempo, apesar de defender a escravidão e dar-se liberdade aos índios do Brasil. O livro é de grande importância porque dá uma noção das atividades comerciais de Portugal na época, principalmente na parte referente ao Brasil, que é chamado de "o máis abundânte da América" e, quanto a Portugal e pela situação geográfica de suas colonias espalhadas pelos quatro partes do mundo, previa o autor que "póde ser uma das potencias maritimas mais respeitaveis do mundo". O Príncipe do Brasil a quem a obra é dedicada é o futuro D. João VI, uma vez que o irmão mais velho, D. José, o Principe do Brasil como filho mais velho de D. Maria I, morreu em 1777. Tem uma assinatura na folha de rosto. Exemplar limpo e com encadernação da época. RARÍSSIMO.

Informações

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Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente espertizadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na espertizagem de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. As obras estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As obras serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catálogo.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome o que será feito por funcionário autorizado.

    8. O Leiloeiro colocará a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Ver Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os Estados.